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quarta-feira, 27 de julho de 2011

Embraer encara futuro desafiador na aviação comercial

A Embraer está em uma encruzilhada agora que as outras três grandes fabricantes de aeronaves já decidiram os próximos passos na aviação comercial.

Líder na produção de jatos regionais de 70 a 122 lugares com seus E-Jets, a fabricante brasileira queria saber os planos da Boeing para decidir o rumo que irá tomar.

Na semana passada, a companhia norte-americana revelou que atualizará o modelo 737 com promessa de economia relevante de combustível, mesmo caminho escolhido antes pela Airbus para o A320neo, que terá um novo motor.

A canadense Bombardier, rival mais próxima da Embraer, está desenvolvendo a família CSeries, com aviões de 100 a 149 assentos.

Assim, resta agora uma decisão da Embraer, que enfrenta um ambiente desafiador no mercado com novos rivais da Rússia, China e Japão para seus jatos de 100 passageiros e companhias aéreas mostrando mais interesse por aeronaves maiores.

Entre as opções em análise pela Embraer estão modernizar seus modelos 190 e 195 com novo motor e lançar um avião um pouco maior, que possivelmente competiria com o CSeries da Bombardier, conforme sinalizado pela direção da fabricante brasileira anteriormente.

O analista Joseph B. Nadol, do JPMorgan, acredita que a decisão da Boeing de remotorizar o 737 deve fazer com que a Embraer opte por fazer o mesmo com o modelo 190.

O que está certo é que a Embraer não irá, ao menos desta vez, se propor a desenvolver um produto que rivalize diretamente com Boeing e Airbus, ou seja, uma aeronave para mais de 150 passageiros.

"Acredito que eles (Embraer) são espertos para entender que provavelmente não iriam a lugar nenhum lançando um avião de grande porte", disse um analista que acompanha a empresa, sob condição de anonimato.

Como relatado por executivos da Embraer à Reuters em ocasiões anteriores, seria um suicídio brigar por mercado com as gigantes norte-americana e europeia. A Boeing e a controladora da Airbus, EADS, têm vendas anuais cerca de 10 vezes maiores que a fabricante brasileira, cada uma.

Além disso, as duas têm forte apoio dos Estados Unidos e da União Europeia, o que desequilibra as forças.

CONVERSAS COM CLIENTES

É de praxe na indústria aeronáutica que as fabricantes consultem clientes durante os estudos de novos projetos de aviões ou mesmo atualização de modelos já que estão no mercado.

A britânica Flybe --que lançou o Embraer 195, maior avião produzido no Brasil-- tem uma grande expectativa de que a fabricante decida equipar os jatos regionais com um novo motor, afirmou o vice-presidente operacional da empresa aérea, Andrew Strong.

"A Flybe tem um grande relacionamento com a Embraer... Estamos sempre compartilhando nossas ideias com a Embraer como parte dessa parceria e olhando à frente para novas tecnologias no mercado de aviação regional para além de 2016. Nós temos a forte expectativa de que um novo motor faça parte disso", afirmou Strong em resposta por e-mail a perguntas da Reuters.

A Lufthansa também disse estar sempre em contato com as fabricantes de aviões, comunicando "ideias e desejos".

"Estamos sempre interessados no desenvolvimento sustentável das aeronaves, do ponto de vista econômico e ecológico", limitou-se a dizer a companhia aérea alemã.

Já a norte-americana JetBlue informou não ter conversas com a Embraer sobre novos produtos. "Estamos concentrados na encomenda atual pelo jato 190, com 49 aeronaves para receber, e no contínuo aperfeiçoamento da frota."

A brasileira Azul --criada pelo fundador da JetBlue, David Neeleman-- afirmou estar bastante satisfeita com os jatos que tem da Embraer, e que está acompanhando as discussões "com muita atenção, por ser operadora".

O diretor de Comunicação e Marca da Azul, Gianfranco Beting, lembra que de concreto hoje existem apenas os aviões A320neo e CSeries --o 737 com novo motor ainda depende de aprovação da diretoria da Boeing.

"Já manifestamos que num futuro próximo poderemos precisar de um avião maior. Se a Embraer tiver algo para nos oferecer, iremos avaliar", disse Beting.

ESTUDOS AVANÇADOS

A Reuters apurou que a Embraer tem estudos avançados de projetos de novos jatos comerciais, incluindo avaliações de engenharia, potência, motor e alcance.

Fora a parte técnica, um aspecto relevante é a estrutura financeira envolvida em qualquer desenvolvimento. No caso de uma família nova de jatos, o investimento ficaria na casa do bilhão de dólares.

Na quarta-feira passada, a Boeing disse ter notificado clientes sobre o plano de atualizar o 737 com um motor que deve oferecer economia de combustível de 12 a 15 por cento.

Logo após o anúncio da Boeing, a Embraer afirmou que não falaria sobre o status de seus planos na aviação comercial. Em junho, o presidente-executivo da Embraer, Frederico Curado, disse imaginar que a empresa teria "até o final do ano um direcionamento" sobre o assunto.

Fonte: Aqui

quarta-feira, 20 de julho de 2011

Máquinas que amamos [3]




O Embraer EMB-120 Brasília é um avião turbohélice bimotor pressurizado de alta-performance, desenvolvido pela fabricante brasileira Embraer.

Com capacidade para trinta passageiros, foi um avião largamente adotado por companhias aéreas regionais norte-americanas e européias, que adquiriram o tipo principalmente nas décadas de 80 e 90.

O Brasilia está equipado com motores Pratt & Whitney dotados de hélices quadripás da marca Hamilton, tem velocidade máxima de cruzeiro de 583 km/h e alcance de 1.482 km.

História

Após os bons resultados obtidos com o Bandeirante, a Embraer lançou em abril de1980 o projeto do Brasília, que logo alcançou uma carteira de pedidos com mais de 100 unidades, garantindo o sucesso do avião.

Seu primeiro vôo foi em 27 de julho de 1983, entrando em serviço em outubro de 1985, pela empresa norte americana ASA - Atlantic Southeast Airlines.

Na metade da década de 90, a Embraer submeteu às autoridades aeronáuticas brasileiras, norte-americana e europeia um novo Plano de Manutenção Programada do EMB-120 Brasília, visando uma significativa redução de aproximadamente 10% no custo operacional do equipamento turbohélice, com intervalos maiores entre revisões. Isto tornou este avião quase tão competitivo quanto o consagrado turbohélice regional ATR-42 Aerospatiale, seu principal concorrente .

Nessa mesma época, uma nova versão "Quick Change" do EMB-120 Brasília foi lançada, adaptada para transporte de passageiros e para transporte de carga, aumentando assim a produtividade do equipamento.

Mais de 350 unidades de EMB-120 Brasília estão voando no mundo inteiro, comprovando assim as boas características deste turbohélice regional para transporte de passageiros.

O modelo ainda se encontra em fabricação, porém sem pedidos em carteira.

No Brasil
O avião voou no Brasil pelas asas da Rio Sul, Meta, Rico, Air Minas, Passaredo, Interbrasil STAR, OceanAir, Pantanal, Nordeste, Penta,TAVAJ, KMW Táxi Aéreo, America Air e FAB. A própria fabricante Embraer usa um Brasília, número de série 120323, de matrícula PT-SXP, para transportar funcionários entre as fábricas de São José dos Campos (matriz), Gavião Peixoto e Botucatu, numa operação "shuttle". O Brasilia 120313 de matrícula PP-PSC já foi usado como shuttle pela Embraer também (hoje opera na FAB sob o registro FAB2020). Esporádicamente o Shuttle também é usado em transporte da Diretoria ou convidados da empresa.Operador Brasileiro

O Embraer EMB 120 Brasília no Brasil é utilizado pela Passaredo Transportes Aéreos, Air Minas e pela Sete Linhas Aéreas e pela TRIP Linas Aéreas (a NHT linhas aéreas receberá 02 E120 até novembro de 2011)

Ficha Técnica

Motorização (potência): 2 x Pratt & Whitney PW118B (1.800 shp);
Velocidade máxima: 583 km/h;
Velocidade long-range: 482 km/h;
Razão de subida inicial: 2.300 pés por minuto;
Capacidade: 30 passageiros;
Média ponderada de consumo de combustível (Descolagem, subida, cruzeiro e descida) : 0,07 Litro por assento/km voado;
Alcance máximo (MTOW): 1.482 quilômetros (Reserva 45 minutos);
Teto de serviço: 32.000 pés.

sexta-feira, 20 de maio de 2011

Alitalia pretende ter apenas Embraer em voo regional a partir de 2012.

A Alitalia pretende utilizar apenas aviões da Embraer na sua frota de jatos regionais, que deve atingir 20 unidades. Atualmente, a companhia tem 16 aeronaves regionais, sendo seis Embraer 170 e dez CRJ 900, da canadense Bombardier. A frota total da companhia soma 152 aeronaves.

O vice-presidente executivo de vendas e atendimento do cliente da Alitalia, Marco Sansavini, destacou que este ano serão recebidas mais cinco aeronaves da Embraer, sendo duas do modelo 190, com 100 lugares, e outras três do modelo 175, com 90 lugares. No ano que vem serão 15 unidades, sendo três 190 e 12 do modelo 175. Com isso, as 16 unidades usadas atualmente serão definitivamente substituídas.

Sansavini ressaltou que os clientes da companhia mostraram preferência pelos aviões da fabricante brasileira. O executivo explicou ainda que as aeronaves da Embraer têm uma autonomia maior que as da Bombardier, o quer permite o uso em voos regionais não apenas dentro da Itália, mas para outros países da Europa.

"Podemos usá-las para voos curtos e longos dentro da Europa", afirmou Sansavini. A frota atual da companhia é de 151 aeronaves, sendo 115 do tipo "narrow body" (fuselagem estreita) e 20 do tipo "wide body" (fuselagem larga), além dos 16 regionais. Entre os de fuselagem estreita, a companhia espera receber mais cinco Airbus 319 este ano e reconfigurar outros 40 Airbus 320 que já fazem parte da frota.

Entre os de fuselagem larga, a empresa espera receber mais dois Airbus 330 este ano e reconfigurar os Boeing 777 que possui. "Poderíamos ter uma frota maior, mas o problema não é o crescimento, mas o crescimento sustentável, que deve ser controlado", frisou Sansavini. "Devemos crescer para onde acreditamos que seja sustentável crescer", acrescentou.

Este ano, além da inauguração do voo direto para o Rio de Janeiro, a companhia pretende inaugurar - também no começo de junho - a ligação entre Roma e Pequim, e de criar, em julho, a oitava frequência semanal entre São Paulo e Roma, um voo à noite, em horário para passageiros que não desejam fazer conexões a partir de Roma.

Atualmente, a Alitalia voa para 28 cidades na Itália, 40 destinos na Europa e 16 cidades em outros continentes. A empresa está desde janeiro de 2009 nas mãos de um grupo de investidores italianos - como o grupo Benetton -, que na época fizeram um aporte de 1,2 bilhão de euros. O principal acionista individual é a Air France-KLM, com 25% de participação. O conselho de administração tem 19 membros, representando os diferentes acionistas.

Sansavini explicou que um terço dos custos da companhia vem da aquisição dos combustíveis. Segundo ele, a empresa utiliza uma série de instrumentos financeiros como hedge contra a volatilidade dos preços, além de transferir uma parte dessa volatilidade para as tarifas e ajustar a malha de acordo com a rentabilidade dos mercados.

Leia mais sobre esse assunto em http://oglobo.globo.com/economia/mat/2011/05/19/alitalia-pretende-ter-apenas-embraer-em-voo-regional-partir-de-2012-924498750.asp#ixzz1MtecL1K3

terça-feira, 26 de abril de 2011

Entregas da Embraer caem 32% no 1º trimestre

A Embraer entregou, ao longo do primeiro trimestre de 2011, 20 jatos para o mercado de aviação comercial e oito para o de aviação executiva, totalizando 28 aeronaves. O volume representa uma queda de 31,7% no volume de aviões entregues no primeiro trimestre em relação ao mesmo período do ano passado. Em 31 de março de 2011, a carteira de pedidos firmes a entregar (backlog) totalizava US$ 16 bilhões, um aumento de US$ 400 milhões em relação a 31 de dezembro de 2010.

Nos três primeiros meses do ano passado, a fabricante brasileira havia entregue 41 aeronaves, incluindo uma no segmento de defesa. Já no último trimestre de 2010, foram despachados 92 aviões a clientes. Apesar da queda anual nas entregas, a Embraer informou que encerrou o primeiro trimestre com vendas de 44 jatos E-jets.

Em janeiro, a empresa anunciou a venda de dez jatos Embraer 190 para a Dniproavia, da Ucrânia. A empresa lembra que em março, três clientes adquiriram novos jatos: a brasileira Trip comprou quatro Embraer 190, dos quais um já estava incluído na carteira de pedidos do quarto trimestre como "cliente não divulgado"; a italiana Alitalia adquiriu 15 Embraer 175 e mais cinco Embraer 190; e a holandesa KLM confirmou cinco opções de Embraer 190, anunciadas no início de abril. No total, a Embraer fechou o primeiro trimestre do ano com vendas de 44 novos E-Jets.

O segundo trimestre começou com o anúncio de duas novas ordens para o mercado chinês, o que na avaliação da empresa, indica que o mercado continua se recuperando em 2011. Segundo comunicado da Embraer, as ordens da CBD Leasing e da Hebei Airlines serão adicionadas aos pedidos firmes a entregar tão logo todas as condições contratuais sejam satisfeitas.

No segmento de aviação executiva, o jato Legacy 650 foi certificado nos Estados Unidos, em fevereiro. No mesmo mês, a Embraer iniciou as operações da nova unidade industrial de Melborne, Estado da Flórida, que entregará jatos Phenom para o mercado norte-americano.

O comunicado ainda lembra que a Embraer Defesa e Segurança, unidade empresarial anunciada em dezembro de 2010, comprou 64,7% do capital social da divisão de radares da OrbiSat, em março, em um negócio de R$ 28,5 milhões. Ainda no primeiro trimestre, a Embraer Defesa e Segurança assinou um contrato com a Força Aérea Brasileira (FAB) para a revisão estrutural e reparo e substituição de equipamentos de 43 caças AMX, complementando acordo de modernização fechado em 2003, e apresentou a primeira plataforma EMB 145 AEW&C para o governo da Índia, que encomendou três unidades para serem utilizadas em missões de vigilância.

Fonte: Aqui

terça-feira, 12 de abril de 2011

Embraer confirma compra de jatos para evitar fim de fábrica na China

O presidente da Embraer, Frederico Curado, confirmou nesta terça-feira o acordo para a permanência da fábrica da Embraer em Harbin, para que sejam produzidos jatos executivos Legacy.

Ele também disse que a China encomendou 35 jatos comerciais Embraer 190, que tem cem assentos e custa US$ 43 milhões.

'A adaptação da fábrica em Harbin para a produção do Leagcy deve demorar até 24 meses, existe demanda na China por cerca de 600 jatos executivos nos próximos 10 anos', disse.

Sobre a produção de jatos Legacy no país, Curado disse não haver encomendas já feitas.

'Vamos entrar para explorar o mercado. É uma visão de investimento de risco. Não tem nenhuma garantia governamental do Brasil ou da China.'

O risco de fechamento da fábrica era um dos pontos mais polêmicos da relação entre os dois países. Um possível acordo para evitar essa situação já havia sido anunciado na segunda-feira, porém sem confirmação da empresa.

A Embraer é parceira da estatal Aviation Industries of China (Avic) desde 2002 e produzirá, neste mês de abril, a última unidade do modelo para o qual tem licença de fabricação, o ERJ-145, uma aeronave comercial de 50 lugares cuja demanda na China e no mundo despencou nos últimos anos.

Sem licença para fabricar outro modelo, mais competitivo, a fábrica corria o risco de ficar ociosa e fechar as portas em breve.

O embaixador brasileiro em Pequim, Clodoaldo Hugueney, disse que havia sido fechado um acordo com o governo chinês que permite a produção pela fábrica da Embraer na China do Legacy.

A informação ainda não foi confirmada pelo governo chinês.

O ministro das Minas e Energia Edison Lobão, que participou das discussões sobre a Embraer, disse que há novas encomendas chinesas. 'A China está realizando uma encomenda de 35 aviões da Embraer e isso pode avançar ainda mais.'

Segundo a Embraer, seria relativamente fácil para a empresa adaptar a linha de produção chinesa, atualmente preparada para produzir o ERJ-145, para a fabrição do jato executivo Legacy 600-650 (os dois modelos que devem ter demanda na China).

Isso porque a fabricação do Legacy usaria a mesma plataforma do RJ-145, sendo necessários poucos ajustes como nas ferramentas usadas.

Segundo a empresas, o ERJ-145 é vendido por US$ 22 milhões. O jato executivo Legacy, bem menor, com 13 assentos, fica entre US$ 28 milhões (o 600) e US$ 31 milhões (o 650), por conta principalmente do melhor acabamento.

O jato comercial ERJ-145, o atualmente fabricado pela Embraer na China, começou a ser produzido na metade da década de noventa e sua demanda foi afetada, entre outras coisas, por custos fixos mais elevados, como o aumento do preço dos combustíveis.

O mercado passou a preferir jatos comerciais com mais assentos, o que dilui custos.

O problema era que o governo chinês não aprovava o pedido de licença feito pela empresa em 2008 para a fabricação na China do Embraer 190. A interpretação no mercado de aviação era a de que a China queria desenvolver o seu próprio jato comercial de 100 lugares e quer evitar a concorrência da Embraer.

O Legacy, que contaria com a licença de fabricação caso o acordo seja mesmo oficializado, é um jato executivo e não comercial, operando portanto em um mercado diferente.

Fonte: Aqui

segunda-feira, 11 de abril de 2011

China vai anunciar encomenda de aviões da Embraer

A China vai anunciar a encomenda de aviões da Embraer durante a visita que a presidente Dilma Rousseff iniciou hoje à China, escreve o jornal Estado de São Paulo.

O que está em negociação com a China é a encomenda de 50 aviões do jacto E-190, da Embraer com capacidade para 100 passageiros e mais 25 do modelo ERJ-145 para 50 passageiros.

Na semana passada, no entanto, os responsáveis chineses indicaram que ainda não tomaram uma decisão final e admitem uma possível redução da encomenda para metade devido à crise mundial.

A Embraer colocou a possibilidade de encerrar a fábrica que possuiu em Harbin numa “joint-venture” com um parceiro chinês se as autoridades de Pequim não autorizassem o fabrico de aviões do tipo E-190, de 120 lugares.

A fábrica de Harbin foi instalada especialmente para montar aviões do tipo E-145.

A Embraer coloca ainda a possibilidade de conseguir autorização da China para fabricar em Harbin o jacto executivo Legacy.

Fonte: Aqui

terça-feira, 5 de abril de 2011

Embraer confirma venda de jatos para subsidiária da KLM

A subsidiária regional da KLM, a KLM Cityhopper, assinou um contrato com a Embraer formalizando a compra de cinco jatos Embraer 190. O valor total do negócio é de U$ 214 milhões a preço de tabela, e as entregas estão previstas para o segundo semestre de 2012. Essas aeronaves já faziam parte das opções de compras assinadas em 2007.

Para a KLM Cityhopper, que chegará aos 22 aviões desse modelo com essa encomenda, essa compra foi consequência do bom desempenho da aeronave. “Esta decisão foi validada por uma série de ótimos resultados operacionais, aumentando o lucro em algumas rotas”, conclui o diretor Geral da KLM Cityhooper, Boet Kreiken.

Fonte: Aqui

quinta-feira, 24 de março de 2011

Alitalia compra 20 jatos da Embraer por 336 milhões de euros

A Embraer e Alitalia concluíram um acordo para a entrega de quinze jatos Embraer 175 e cinco Embraer 190, através de um negócio de leasing estruturado por terceiros, divulgou hoje em comunicado a empresa de aviação brasileira. 


"Beneficiando-se de uma ampla reorganização, a Alitalia está desenvolvendo a sua rede regional para atender a novos mercados e demandas de passageiros", disse Frederico Fleury Curado, director-presidente da Embraer, citado na nota.

O valor da venda de todas as aeronaves deve chegar a 793 milhões de reais (335,8 milhões de euros), segundo o preço de cada aeronave a ser negociada.

O início das entregas dos jatos para a Alitalia está previsto para o terceiro trimestre de 2011."O Embraer 175 será configurado com 88 assentos e o Embraer 190 com 100, ambos numa única classe. Os aviões serão utilizados nas rotas domésticas e europeias da companhia aérea e ficarão baseados em sete aeroportos italianos: Catânia, Fiumicino (Roma), Linate e Malpensa (Milão), Nápoles, Turim e Veneza. 

Fonte: Aqui