quinta-feira, 30 de junho de 2011
quarta-feira, 29 de junho de 2011
Tam é eleita Melhor companhia aérea da AL no World Airline Awards
A Tam foi considerada a "Melhor Companhia Aérea da América do Sul" e reconhecida pela "Excelência em atendimento na América do Sul", no prêmio World Airline Awards. A cerimônia foi realizada na última quarta-feira (22/06), durante a 49ª edição do Paris Air Show, que terminou ontem.
É a primeira vez que a empresa recebe os prêmios da Skytrax, que realiza o World Airline Awards desde 1999. Entre julho de 2010 e maio de 2011, 18,8 milhões de passageiros, em mais de cem países, avaliaram 200 companhias aéreas.
"Cada vez mais consolidamos nossa posição entre as principais empresas do mercado mundial de aviação. Receber este reconhecimento no Paris Air Show como melhor empresa da América do Sul e também pela excelência no atendimento nos deixa especialmente orgulhosos, principalmente porque os premiados pelo World Airline Awards são escolhidos pelos próprios passageiros", comentou Líbano Barroso, presidente da Tam.
É a primeira vez que a empresa recebe os prêmios da Skytrax, que realiza o World Airline Awards desde 1999. Entre julho de 2010 e maio de 2011, 18,8 milhões de passageiros, em mais de cem países, avaliaram 200 companhias aéreas.
"Cada vez mais consolidamos nossa posição entre as principais empresas do mercado mundial de aviação. Receber este reconhecimento no Paris Air Show como melhor empresa da América do Sul e também pela excelência no atendimento nos deixa especialmente orgulhosos, principalmente porque os premiados pelo World Airline Awards são escolhidos pelos próprios passageiros", comentou Líbano Barroso, presidente da Tam.
Fonte: Aqui
Aéreas de menor porte ampliam participação no mercado doméstico
As companhias aéreas de menor porte estão ampliando a sua participação no mercado brasileiro. Segundo a Agência Nacional de Aviação Civil (Anac), as empresas do setor ampliaram sua participação para 20% em maio, contra os 18,41% registrados no mesmo mês de 2010. Quem lidera este grupo é a Azul (8,07% dos voos nacionais), que é seguida pela Webjet (5,16%), Trip (3,05%) e Avianca (2,94%).
O grupo TAM (que compreende TAM e Pantanal) ocupa a liderança na aviação civil, com 44, 43%, enquanto a Gol/Varig obteve 35,39% do mercado aéreo doméstico no mês passado.
Nas rotas internacionais operadas por empresas brasileiras, a TAM ampliou a liderança no setor e responde agora por 89,62% do mercado. A Gol/Varig possui 9,20%, e a Avianca, 1,15%. As informações são do relatório de Dados Comparativos Avançados, divulgado hoje pela Anac.
Demanda e oferta
De acordo com o estudo, a demanda por voos no mercado aéreo doméstico teve um aumento de 28,67% em maio, em comparação com o mesmo mês do ano passado. Em relação à oferta, o crescimento foi de 15,34%. Com isso, a taxa de ocupação chegou a 67,09%, contra 60,13% em maio de 2010.
A demanda nos voos internacionais operados por empresas brasileiras cresceu 21,55% em relação a maio do ano passado. No mesmo período, a oferta de assentos aumentou 13,54%. A taxa de ocupação atingiu a marca de 79,25%.
Fonte: Aqui
O grupo TAM (que compreende TAM e Pantanal) ocupa a liderança na aviação civil, com 44, 43%, enquanto a Gol/Varig obteve 35,39% do mercado aéreo doméstico no mês passado.
Nas rotas internacionais operadas por empresas brasileiras, a TAM ampliou a liderança no setor e responde agora por 89,62% do mercado. A Gol/Varig possui 9,20%, e a Avianca, 1,15%. As informações são do relatório de Dados Comparativos Avançados, divulgado hoje pela Anac.
Demanda e oferta
De acordo com o estudo, a demanda por voos no mercado aéreo doméstico teve um aumento de 28,67% em maio, em comparação com o mesmo mês do ano passado. Em relação à oferta, o crescimento foi de 15,34%. Com isso, a taxa de ocupação chegou a 67,09%, contra 60,13% em maio de 2010.
A demanda nos voos internacionais operados por empresas brasileiras cresceu 21,55% em relação a maio do ano passado. No mesmo período, a oferta de assentos aumentou 13,54%. A taxa de ocupação atingiu a marca de 79,25%.
Fonte: Aqui
Azul chega a Marília com passagens a partir de R$ 49
A Azul Linhas Aéreas realiza seu primeiro voo em Marília nesta sexta-feira, às 10h25. Para comemorar a nova rota, a companhia vai disponibilizar passagens promocionais com preço a partir de R$ 49 o trecho. O pagamento pode ser parcelado em até dez vezes no cartão de crédito e as passagens já estão disponíveis no site www.voeazul.com.br, ou pelo Azul Center (4003-1118).
Segundo a Azul, Marília é o quinto destino atendido pela companhia no interior paulista, onde a empresa já opera em Ribeirão Preto, São José do Rio Preto, Presidente Prudente e Araçatuba. A chegada da Azul, conforme a empresa, é motivada pela capacidade econômica e de negócios da região.
A companhia vai operar três voos diários de Marília ao Aeroporto de Viracopos (Campinas).
Segundo a Azul, Marília é o quinto destino atendido pela companhia no interior paulista, onde a empresa já opera em Ribeirão Preto, São José do Rio Preto, Presidente Prudente e Araçatuba. A chegada da Azul, conforme a empresa, é motivada pela capacidade econômica e de negócios da região.
A companhia vai operar três voos diários de Marília ao Aeroporto de Viracopos (Campinas).
Fonte: Aqui
segunda-feira, 27 de junho de 2011
Airbus recebe pedido recorde de US$18 bi da AirAsia
A Airbus recebeu um pedido recorde de 200 de seus jatos A320neo da companhia AirAsia, coroando uma semana em que a empresa derrotou sua rival Boeing na concorrência acirrada por contratos de fornecimento de aviões.
O grande contrato representa uma exibição de força da europeia Airbus, no momento em que trava uma luta com a Boeing pelo mercado dos jatos de corredor único --atualmente, seu A320 disputa com o 737 da Boeing--, previsto para movimentar 2 trilhões de dólares nos próximos 20 anos.
O A320neo é uma versão do jato de passageiros com 150 lugares, um dos aviões mais vendidos da Airbus, que oferece economias de combustível. Será produzido a partir de 2015 e vai intensificar a pressão sobre a Boeing para tomar uma decisão: ou retrabalhar seu produto atual ou propor um produto novo.
O negócio encerrou uma frenética feira de aviação bienal que demonstrou um deslocamento no equilíbrio de poder nesse setor.
Hoje a AirAsia e a IndiGo são as duas maiores clientes da Airbus entre as companhias aéreas.
"O sucesso declarado do neo superou as expectativas da Airbus, e, com certeza, também pegou a Boeing de surpresa", disse o analista de aviação Scott Hamilton.
"Isto vem multiplicar a pressão sobre a Boeing para acelerar uma decisão de renovar seu modelo ou criar um avião novo."
O pedido feito pela AirAsia superou um pedido no valor de 16 bilhões de dólares, por 180 aviões, fechado na quarta-feira pela companhia indiana Indigo.
Foi a segunda vez em dois dias que uma empresa aérea asiática de baixo custo quebrou o recorde, intensificando as evidências de uma recuperação acelerada que está levando economias asiáticas a traçarem planos para um crescimento frenético no setor dos transportes, especialmente o setor de baixo custo.
O executivo-chefe da AirAsia e chefe da Fórmula Um Tony Fernandes falou da "trajetória notável" percorrida nos sete anos desde que ele assumiu uma pequena companhia aérea malasiana e a transformou na maior frota de Airbus operada por uma companhia aérea, com 375 aviões já entregues ou encomendados.
"Há um mercado de 600 milhões de pessoas no sudeste asiático e temos um potencial enorme de voar para lugares para onde as pessoas nunca antes voaram", disse Fernandes em tom emocionado em coletiva de imprensa em Le Bourget.
As ações da EADS, matriz da Airbus, subiram 1,6 por cento na quinta-feira, para 22,2 euros, a despeito do mercado acionário enfraquecido.
O grande contrato representa uma exibição de força da europeia Airbus, no momento em que trava uma luta com a Boeing pelo mercado dos jatos de corredor único --atualmente, seu A320 disputa com o 737 da Boeing--, previsto para movimentar 2 trilhões de dólares nos próximos 20 anos.
O A320neo é uma versão do jato de passageiros com 150 lugares, um dos aviões mais vendidos da Airbus, que oferece economias de combustível. Será produzido a partir de 2015 e vai intensificar a pressão sobre a Boeing para tomar uma decisão: ou retrabalhar seu produto atual ou propor um produto novo.
O negócio encerrou uma frenética feira de aviação bienal que demonstrou um deslocamento no equilíbrio de poder nesse setor.
Hoje a AirAsia e a IndiGo são as duas maiores clientes da Airbus entre as companhias aéreas.
"O sucesso declarado do neo superou as expectativas da Airbus, e, com certeza, também pegou a Boeing de surpresa", disse o analista de aviação Scott Hamilton.
"Isto vem multiplicar a pressão sobre a Boeing para acelerar uma decisão de renovar seu modelo ou criar um avião novo."
O pedido feito pela AirAsia superou um pedido no valor de 16 bilhões de dólares, por 180 aviões, fechado na quarta-feira pela companhia indiana Indigo.
Foi a segunda vez em dois dias que uma empresa aérea asiática de baixo custo quebrou o recorde, intensificando as evidências de uma recuperação acelerada que está levando economias asiáticas a traçarem planos para um crescimento frenético no setor dos transportes, especialmente o setor de baixo custo.
O executivo-chefe da AirAsia e chefe da Fórmula Um Tony Fernandes falou da "trajetória notável" percorrida nos sete anos desde que ele assumiu uma pequena companhia aérea malasiana e a transformou na maior frota de Airbus operada por uma companhia aérea, com 375 aviões já entregues ou encomendados.
"Há um mercado de 600 milhões de pessoas no sudeste asiático e temos um potencial enorme de voar para lugares para onde as pessoas nunca antes voaram", disse Fernandes em tom emocionado em coletiva de imprensa em Le Bourget.
As ações da EADS, matriz da Airbus, subiram 1,6 por cento na quinta-feira, para 22,2 euros, a despeito do mercado acionário enfraquecido.
Fonte: Aqui
TAP e easyJet transportam quase 70% dos passageiros de e para Lisboa
A TAP, com 3,165 milhões de passageiros, e a easyJet, com 627,4 mil, têm reforçado este ano a preponderância no principal aeroporto de Portugal, atingindo nos primeiros cinco meses deste ano 69,5% do total de embarques e desembarques, com a companhia portuguesa a somar 58% e a low cost, 11,5%.
Os dados de tráfego do Aeroporto de Lisboa relativos aos primeiros cinco meses deste ano a que o PressTUR teve acesso mostram que, relativamente ao período homólogo de 2010, a TAP, com um aumento do movimento de passageiros em 9,8%, ganha 1,3 pontos de quota de mercado, e a easyJet, com um crescimento de 26,5%, sobe 1,74 pontos.
O Aeroporto de Lisboa teve até ao fim de Maio 5,46 milhões de embarques e desembarques, mais 7,4% ou mais cerca de 376 mil que há um ano, com a TAP a ter um incremento de aproximadamente 282,5 mil e a easyJet a ter mais cerca de 131,5 mil.
A TAP está, assim, mais líder e a easyJet, que ainda recentemente renovou o propósito de abrir em breve uma base em Lisboa, é, mais destacadamente, a nº 2, à frente da Lufthansa, que também cresce acima da taxa média do aeroporto, mas menos que a low cost, SATA Internacional e Iberia, que registam quebras.
A Lufthansa tem nos primeiros cinco meses deste ano um aumento do número de passageiros em 13,7%, ou cerca de 29 mil passageiros, para 238,5 mil passageiros, o que lhe permite ultrapassar a SATA Internacional, que tem a maior queda em valor absoluto deste período, em cerca de 46 mil passageiros (-19,6%, para 190,1 mil), e distanciar-se da espanhola Iberia, que tem uma queda de 5,9% ou cerca de 10,8 mil passageiros, para 172,2 mil.
A Lufthansa ganha, assim, 0,27 pontos de quota de mercado, para 4,4%, enquanto a SATA Internacional tem a maior queda deste período, em 1,15 pontos, para 3,5%, e a Iberia baixa 0,4 pontos, para 3,2%.
Entre as restantes companhias que integram o Top10 do Aeroporto de Lisboa nos primeiros cinco meses deste ano, apenas a Vueling, 9ª maior neste período, também perde quota de mercado (-0,49 pontos, para 1,4%), ao ter a segunda maior queda em valor absoluto (menos quase 20 mil passageiros ou -20,5%, para 76,2 mil).
A Air France, na 6ª posição, soma 162,5 mil passageiros, +9,5% ou mais cerca de 14 mil que há um ano, a British Airways é 7ª, com 109,9 mil passageiros, +8,7% ou mais cerca de 8,8 mil, e a KLM é 8ª, com 91,3 mil passageiros, +11,3% ou mais cerca de 9,3 mil.
A Air Europa fecha o Top10 com 74,2 mil passageiros, em alta de 30,6% ou cerca de 17,4 mil que há um ano.
Em valor absoluto, Air Europa é a quarta companhia que mais cresce em Lisboa, depois da TAP (mais cerca de 282,5 mil), da easyJet (mais cerca de 131,4 mil) e da Lufthansa (mais cerca de 28,8 mil).
A Air France é a 5ª companhia regular que mais cresce, com mais cerca de 14,1 mil passageiros, e depois vêm a KLM, com mais cerca de 9,3 mil, British Airways, com mais cerca de 8,8 mil, TACV, com mais cerca de sete mil, Turkish Airlines, com mais cerca de 3,6 mil, e Swiss, com mais cerca de 2,6 mil.
Para o crescimento do Aeroporto contribuíram ainda o início das operações da low cost Transavia, do grupo Air France - KLM, que transportou 15,2 mil passageiros, e a operação da Orbest, companhia charter da holding Orizonia, que este ano começou mais cedo e está a utilizar um avião maior, com mais cerca de 4,3 mil passageiros que há um ano.
Entre as companhias que têm maiores quedas de tráfego nos primeiros cinco meses contam-se, além da SATA Internacional, da Vueling e da Iberia, a White, companhia charter do grupo Omni, com menos quase oito mil passageiros, a finlandesa Finnair, com menos cerca de 7,4 mil, a francesa Aigle Azur, com menos cerca de 4,9 mil, e a low cost Niki, do grupo Air Berlin, com menos cerca de 4,1 mil passageiros.
No mês de Maio, em que 1,279 milhões de passageiros embarcaram e/ou desembarcaram em Lisboa, +9,1% ou mais cerca de 106,7 mil que há um ano, a TAP cresceu 12,3%, tendo um incremento de aproximadamente 78,7 mil passageiros, para 718,28 mil.
Seguiu-se a easyJet, com 142,8 mil, +26% ou mais cerca de 29,5 mil que há um ano, e depois a Lufthansa, com 57,6 mil, +7,5% ou mais quatro mil.
A SATA Internacional, apesar de um decréscimo do tráfego em 17,5% ou cerca de dez mil passageiros, manteve-se na 4ª posição, com 57,6 mil passageiros,
à frente da Iberia, que neste mês teve um aumento de 2,1%, para 40,8 mil.
A seguir vêm a Air France, com 39,4 mil passageiros (+5,1% ou mais cerca de 1,9 mil), British Airways, com 27,3 mil (+7,9% ou mais cerca de dois mil), Vueling, com 18,8 mil (-4,4% ou menos cerca de 900), KLM, com 18,7 mil (-3,1% ou menos cerca de 600), e Air Europa, com 15 mil (+13,7% ou mais cerca de 1,8 mil).
Em Maio, as companhias aéreas regulares disponibilizaram 1,68 milhões de lugares em voos de e para Lisboa, +6,6% ou mais cerca de 104 mil que há um ano, e tiveram uma taxa de ocupação média de 75%, em alta de 2,6%.
De Janeiro a Maio, a oferta de lugares em voos regulares totaliza 7,57 milhões, +3,7% ou mais cerca de 270 mil que no período homólogo de 2010, e a taxa de ocupação média tem uma subida de 3,1%, para 71%.
Em voos charter, a oferta de lugares baixou 35% em Maio, para 35,1 mil, e nos primeiros cinco meses do ano ficou 37,2% abaixo do período homólogo de 2010, em 126,8 mil.
A taxa de ocupação média dos voos charter foi de 79% em Maio, +1,4% que há um ano, e nos primeiros cinco meses foi também de 79%, em alta de 4,9%.
Os dados de tráfego do Aeroporto de Lisboa relativos aos primeiros cinco meses deste ano a que o PressTUR teve acesso mostram que, relativamente ao período homólogo de 2010, a TAP, com um aumento do movimento de passageiros em 9,8%, ganha 1,3 pontos de quota de mercado, e a easyJet, com um crescimento de 26,5%, sobe 1,74 pontos.
O Aeroporto de Lisboa teve até ao fim de Maio 5,46 milhões de embarques e desembarques, mais 7,4% ou mais cerca de 376 mil que há um ano, com a TAP a ter um incremento de aproximadamente 282,5 mil e a easyJet a ter mais cerca de 131,5 mil.
A TAP está, assim, mais líder e a easyJet, que ainda recentemente renovou o propósito de abrir em breve uma base em Lisboa, é, mais destacadamente, a nº 2, à frente da Lufthansa, que também cresce acima da taxa média do aeroporto, mas menos que a low cost, SATA Internacional e Iberia, que registam quebras.
A Lufthansa tem nos primeiros cinco meses deste ano um aumento do número de passageiros em 13,7%, ou cerca de 29 mil passageiros, para 238,5 mil passageiros, o que lhe permite ultrapassar a SATA Internacional, que tem a maior queda em valor absoluto deste período, em cerca de 46 mil passageiros (-19,6%, para 190,1 mil), e distanciar-se da espanhola Iberia, que tem uma queda de 5,9% ou cerca de 10,8 mil passageiros, para 172,2 mil.
A Lufthansa ganha, assim, 0,27 pontos de quota de mercado, para 4,4%, enquanto a SATA Internacional tem a maior queda deste período, em 1,15 pontos, para 3,5%, e a Iberia baixa 0,4 pontos, para 3,2%.
Entre as restantes companhias que integram o Top10 do Aeroporto de Lisboa nos primeiros cinco meses deste ano, apenas a Vueling, 9ª maior neste período, também perde quota de mercado (-0,49 pontos, para 1,4%), ao ter a segunda maior queda em valor absoluto (menos quase 20 mil passageiros ou -20,5%, para 76,2 mil).
A Air France, na 6ª posição, soma 162,5 mil passageiros, +9,5% ou mais cerca de 14 mil que há um ano, a British Airways é 7ª, com 109,9 mil passageiros, +8,7% ou mais cerca de 8,8 mil, e a KLM é 8ª, com 91,3 mil passageiros, +11,3% ou mais cerca de 9,3 mil.
A Air Europa fecha o Top10 com 74,2 mil passageiros, em alta de 30,6% ou cerca de 17,4 mil que há um ano.
Em valor absoluto, Air Europa é a quarta companhia que mais cresce em Lisboa, depois da TAP (mais cerca de 282,5 mil), da easyJet (mais cerca de 131,4 mil) e da Lufthansa (mais cerca de 28,8 mil).
A Air France é a 5ª companhia regular que mais cresce, com mais cerca de 14,1 mil passageiros, e depois vêm a KLM, com mais cerca de 9,3 mil, British Airways, com mais cerca de 8,8 mil, TACV, com mais cerca de sete mil, Turkish Airlines, com mais cerca de 3,6 mil, e Swiss, com mais cerca de 2,6 mil.
Para o crescimento do Aeroporto contribuíram ainda o início das operações da low cost Transavia, do grupo Air France - KLM, que transportou 15,2 mil passageiros, e a operação da Orbest, companhia charter da holding Orizonia, que este ano começou mais cedo e está a utilizar um avião maior, com mais cerca de 4,3 mil passageiros que há um ano.
Entre as companhias que têm maiores quedas de tráfego nos primeiros cinco meses contam-se, além da SATA Internacional, da Vueling e da Iberia, a White, companhia charter do grupo Omni, com menos quase oito mil passageiros, a finlandesa Finnair, com menos cerca de 7,4 mil, a francesa Aigle Azur, com menos cerca de 4,9 mil, e a low cost Niki, do grupo Air Berlin, com menos cerca de 4,1 mil passageiros.
No mês de Maio, em que 1,279 milhões de passageiros embarcaram e/ou desembarcaram em Lisboa, +9,1% ou mais cerca de 106,7 mil que há um ano, a TAP cresceu 12,3%, tendo um incremento de aproximadamente 78,7 mil passageiros, para 718,28 mil.
Seguiu-se a easyJet, com 142,8 mil, +26% ou mais cerca de 29,5 mil que há um ano, e depois a Lufthansa, com 57,6 mil, +7,5% ou mais quatro mil.
A SATA Internacional, apesar de um decréscimo do tráfego em 17,5% ou cerca de dez mil passageiros, manteve-se na 4ª posição, com 57,6 mil passageiros,
à frente da Iberia, que neste mês teve um aumento de 2,1%, para 40,8 mil.
A seguir vêm a Air France, com 39,4 mil passageiros (+5,1% ou mais cerca de 1,9 mil), British Airways, com 27,3 mil (+7,9% ou mais cerca de dois mil), Vueling, com 18,8 mil (-4,4% ou menos cerca de 900), KLM, com 18,7 mil (-3,1% ou menos cerca de 600), e Air Europa, com 15 mil (+13,7% ou mais cerca de 1,8 mil).
Em Maio, as companhias aéreas regulares disponibilizaram 1,68 milhões de lugares em voos de e para Lisboa, +6,6% ou mais cerca de 104 mil que há um ano, e tiveram uma taxa de ocupação média de 75%, em alta de 2,6%.
De Janeiro a Maio, a oferta de lugares em voos regulares totaliza 7,57 milhões, +3,7% ou mais cerca de 270 mil que no período homólogo de 2010, e a taxa de ocupação média tem uma subida de 3,1%, para 71%.
Em voos charter, a oferta de lugares baixou 35% em Maio, para 35,1 mil, e nos primeiros cinco meses do ano ficou 37,2% abaixo do período homólogo de 2010, em 126,8 mil.
A taxa de ocupação média dos voos charter foi de 79% em Maio, +1,4% que há um ano, e nos primeiros cinco meses foi também de 79%, em alta de 4,9%.
Fonte: Aqui
quarta-feira, 22 de junho de 2011
Rolls-Royce fecha com a TAM encomenda de US$2,2 bilhões em motores Trent
A Rolls-Royce, empresa global de sistemas de energia, fechou contrato no valor de até US$2,2 bilhões (preço de tabela) com a TAM para o fornecimento de motores Trent XWB que equipam aviões Airbus A350-XWB. A encomenda inclui um acordo de 12 anos para o pacote de serviços de manutenção a longo prazo TotalCare®.
Essa é a primeira vez que a TAM encomenda motores à Rolls-Royce, e segue-se a um anúncio anterior da Airbus referente à encomenda dos aviões. A TAM encomendou 27 aeronaves A350-XWBs.
Líbano Barroso, presidente da TAM, declarou: "Nossa escolha dessa combinação de motor e avião é um passo importante em nossa estratégia para aumentar a estrutura de rotas tanto domésticas quanto internacionais, atendendo as rápidas e crescentes demandas de capacidade de e para o Brasil. A capacidade operacional e a eficiência em termos de combustível da mais recente geração da família Trent tornarão esse avião um acréscimo significativo à nossa frota".
Mark King, presidente do Setor Aeroespacial Civil da Rolls-Royce, declarou: "A TAM depositou sua confiança em nossa tecnologia de ponta ao selecionar o Trent XWB, que em termos de consumo de combustível é o mais eficiente motor de grande porte já construído. Essa encomenda é apoiada por um abrangente pacote TotalCare® para manutenção dos motores, que ajudará a TAM a maximizar seu uso de nossa tecnologia. Esperamos estreitar ainda mais nosso relacionamento com a TAM à medida que essas aeronaves entrem em serviço."
O Trent XWB, projetado sob medida para a Airbus A350-XWB, é o membro da família de motores Rolls-Royce Trent com mais rápida evolução em vendas, oferecendo eficiência no consumo de combustível 28 por cento maior do que os motores da geração pré-Trent.
Mais de 1.100 motores Trent XWB foram vendidos a 36 clientes, com as encomendas atuais estendendo-se além de 2020.
Perfil-A Rolls-Royce é um dos maiores fornecedores mundiais de sistemas e serviços de energia para uso em terra, mar e ar, e estabeleceu uma posição forte em mercados globais - aeroespacial civil, aeroespacial militar, marítimo e de energia.
Como resultado dessa estratégia, a empresa tem atualmente uma ampla base de clientes que inclui mais de 500 companhias aéreas, 4.000 operadores corporativos e governamentais de aviões executivos e utilitários e helicópteros, 160 forças armadas, mais de 2.500 clientes marítimos, incluindo 70 marinhas de guerra, e clientes de energia em aproximadamente 120 países, com uma base instalada de 54.000 turbinas a gás.
A receita anual foi de £10,8 bilhões em 2010, das quais mais da metade é proveniente do fornecimento de serviços. A carteira de encomendas firmes e anunciadas estava em £59,2 bilhões em 31 de dezembro de 2010, resultando em boas perspectivas para os futuros níveis de atividade.
A Rolls-Royce emprega 39.000 funcionários treinados em escritórios, instalações fabris e de serviços, em mais de 50 países, entre eles o Brasil. Desses, mais de 11.000 são engenheiros.
Em 2010, a Rolls-Royce investiu £923 milhões em pesquisa e desenvolvimento, e dois terços desse total têm o objetivo de melhorar ainda mais os aspectos ambientais de seus produtos, em particular a redução de emissões.
A Rolls-Royce está presente na América Latina há mais de 50 anos, e desempenha um papel chave no desenvolvimento dessa importante região em cada um de seus quatro mercados. Atualmente, a empresa mantém uma participação de 46 por cento no mercado do setor de aeronaves civis de fuselagem larga na América Latina.
O pacote TotalCare®, sob medida para operadores individuais, oferece uma gama de serviços da Rolls-Royce que cobre todos os aspectos da gestão de ativos em suporte a seus produtos Aeroespaciais Civis.
Com base no conhecimento, experiência e infraestrutura da empresa, esses serviços incluem elementos tais como manutenção preventiva, gerenciamento logístico e cobertura global de reparo e revisões. O TotalCare® remove as incertezas no gerenciamento de motores e melhora a confiabilidade operacional para os operadores.
Em 2010, a Rolls-Royce teve uma participação de US$100 milhões numa encomenda da TAM para motores V2500, para impulsionar dez aviões da Airbus, incluindo um acordo de manutenção de longo prazo.
A atual frota Rolls-Royce da TAM consiste de dois Airbus A340 impulsionados pelo Trent 500, que foram adquiridos numa transação anterior.
A TAM lidera o mercado doméstico das companhias aéreas brasileiras, voando para mais de 40 destinos no Brasil. No ano passado, a TAM anunciou sua intenção de fundir-se com a operadora chilena LAN para formar o Grupo LATAM. Uma vez concretizada a união das empresas, a LATAM será uma das 15 maiores companhias aéreas do mundo em termos de passageiros e de receita. [www.rolls-royce.com].
Essa é a primeira vez que a TAM encomenda motores à Rolls-Royce, e segue-se a um anúncio anterior da Airbus referente à encomenda dos aviões. A TAM encomendou 27 aeronaves A350-XWBs.
Líbano Barroso, presidente da TAM, declarou: "Nossa escolha dessa combinação de motor e avião é um passo importante em nossa estratégia para aumentar a estrutura de rotas tanto domésticas quanto internacionais, atendendo as rápidas e crescentes demandas de capacidade de e para o Brasil. A capacidade operacional e a eficiência em termos de combustível da mais recente geração da família Trent tornarão esse avião um acréscimo significativo à nossa frota".
Mark King, presidente do Setor Aeroespacial Civil da Rolls-Royce, declarou: "A TAM depositou sua confiança em nossa tecnologia de ponta ao selecionar o Trent XWB, que em termos de consumo de combustível é o mais eficiente motor de grande porte já construído. Essa encomenda é apoiada por um abrangente pacote TotalCare® para manutenção dos motores, que ajudará a TAM a maximizar seu uso de nossa tecnologia. Esperamos estreitar ainda mais nosso relacionamento com a TAM à medida que essas aeronaves entrem em serviço."
O Trent XWB, projetado sob medida para a Airbus A350-XWB, é o membro da família de motores Rolls-Royce Trent com mais rápida evolução em vendas, oferecendo eficiência no consumo de combustível 28 por cento maior do que os motores da geração pré-Trent.
Mais de 1.100 motores Trent XWB foram vendidos a 36 clientes, com as encomendas atuais estendendo-se além de 2020.
Perfil-A Rolls-Royce é um dos maiores fornecedores mundiais de sistemas e serviços de energia para uso em terra, mar e ar, e estabeleceu uma posição forte em mercados globais - aeroespacial civil, aeroespacial militar, marítimo e de energia.
Como resultado dessa estratégia, a empresa tem atualmente uma ampla base de clientes que inclui mais de 500 companhias aéreas, 4.000 operadores corporativos e governamentais de aviões executivos e utilitários e helicópteros, 160 forças armadas, mais de 2.500 clientes marítimos, incluindo 70 marinhas de guerra, e clientes de energia em aproximadamente 120 países, com uma base instalada de 54.000 turbinas a gás.
A receita anual foi de £10,8 bilhões em 2010, das quais mais da metade é proveniente do fornecimento de serviços. A carteira de encomendas firmes e anunciadas estava em £59,2 bilhões em 31 de dezembro de 2010, resultando em boas perspectivas para os futuros níveis de atividade.
A Rolls-Royce emprega 39.000 funcionários treinados em escritórios, instalações fabris e de serviços, em mais de 50 países, entre eles o Brasil. Desses, mais de 11.000 são engenheiros.
Em 2010, a Rolls-Royce investiu £923 milhões em pesquisa e desenvolvimento, e dois terços desse total têm o objetivo de melhorar ainda mais os aspectos ambientais de seus produtos, em particular a redução de emissões.
A Rolls-Royce está presente na América Latina há mais de 50 anos, e desempenha um papel chave no desenvolvimento dessa importante região em cada um de seus quatro mercados. Atualmente, a empresa mantém uma participação de 46 por cento no mercado do setor de aeronaves civis de fuselagem larga na América Latina.
O pacote TotalCare®, sob medida para operadores individuais, oferece uma gama de serviços da Rolls-Royce que cobre todos os aspectos da gestão de ativos em suporte a seus produtos Aeroespaciais Civis.
Com base no conhecimento, experiência e infraestrutura da empresa, esses serviços incluem elementos tais como manutenção preventiva, gerenciamento logístico e cobertura global de reparo e revisões. O TotalCare® remove as incertezas no gerenciamento de motores e melhora a confiabilidade operacional para os operadores.
Em 2010, a Rolls-Royce teve uma participação de US$100 milhões numa encomenda da TAM para motores V2500, para impulsionar dez aviões da Airbus, incluindo um acordo de manutenção de longo prazo.
A atual frota Rolls-Royce da TAM consiste de dois Airbus A340 impulsionados pelo Trent 500, que foram adquiridos numa transação anterior.
A TAM lidera o mercado doméstico das companhias aéreas brasileiras, voando para mais de 40 destinos no Brasil. No ano passado, a TAM anunciou sua intenção de fundir-se com a operadora chilena LAN para formar o Grupo LATAM. Uma vez concretizada a união das empresas, a LATAM será uma das 15 maiores companhias aéreas do mundo em termos de passageiros e de receita. [www.rolls-royce.com].
Fonte: Aqui
Infraero divulga cronograma para instalação de ILS no Aeroporto de Joinville
O diretor de Operações da Infraero, João Márcio Jordão, anunciou nesta segunda-feira (20/6), no Aeroporto de Joinville/Lauro Carneiro de Loyola (SC) o cronograma de instalação do Sistema de Pouso por Instrumento (Instrument Landing System – ILS), categoria I, que estará em funcionamento até dezembro de 2012. Ao todo, a Infraero investirá R$ 4 milhões na infraestrutura para a instalação.
O ILS é um sistema de equipamentos de auxílio que orienta o direcionamento de aviões para pouso, facilitando estas operações em condições meteorológicas adversas. Para que o sistema seja instalado, é necessária a construção de uma Estação Meteorológica de Superfície (EMS), prevista para ser concluída até março de 2012, ao custo de R$2,5 milhões. Já a infraestrutura do ILS custará R$ 1,5 milhão. Os equipamentos do ILS são adquiridos pelo Departamento de Controle do Espaço Aéreo (Decea), órgão do Comando da Aeronáutica.
”Trata-se de uma ação estratégica para o município que é pólo empresarial e industrial da região e a Infraero está trabalhando muito para o cumprimento de todos os prazos”, explicou Jordão. Acompanhado do superintendente de Navegação Aérea da Infraero, Will Furtado, do superintendente de Gestão Operacional, Marçal Goulart, e do superintendente da Regional do Sul, Carlos Alberto da Silva Souza, Jordão reuniu-se com o prefeito de Joinville, Carlito Mers, e demais autoridades para explicar o andamento do processo, que é conduzido pela Infraero e pelo Departamento de Controle do Espaço Aéreo (Decea).
O ILS é um sistema de equipamentos de auxílio que orienta o direcionamento de aviões para pouso, facilitando estas operações em condições meteorológicas adversas. Para que o sistema seja instalado, é necessária a construção de uma Estação Meteorológica de Superfície (EMS), prevista para ser concluída até março de 2012, ao custo de R$2,5 milhões. Já a infraestrutura do ILS custará R$ 1,5 milhão. Os equipamentos do ILS são adquiridos pelo Departamento de Controle do Espaço Aéreo (Decea), órgão do Comando da Aeronáutica.
”Trata-se de uma ação estratégica para o município que é pólo empresarial e industrial da região e a Infraero está trabalhando muito para o cumprimento de todos os prazos”, explicou Jordão. Acompanhado do superintendente de Navegação Aérea da Infraero, Will Furtado, do superintendente de Gestão Operacional, Marçal Goulart, e do superintendente da Regional do Sul, Carlos Alberto da Silva Souza, Jordão reuniu-se com o prefeito de Joinville, Carlito Mers, e demais autoridades para explicar o andamento do processo, que é conduzido pela Infraero e pelo Departamento de Controle do Espaço Aéreo (Decea).
Fonte: Aqui
terça-feira, 21 de junho de 2011
Sobe para 44 o número de mortos em acidente com avião na Rússia
Subiu para 44 o número de mortos no acidente envolvendo um avião na Rússia na noite desta segunda-feira (20), de acordo com um porta-voz do Ministério de Emergêncas russo. A aeronave, com 52 pessoas a bordo, fez um pouso forçado numa estrada na área rural da cidade de Petrozavodsk, na República da Carélia (noroeste da Rússia).
O acidente aconteceu a cerca de 15 km do aeroporto da cidade, segundo a agência russa Itar Tass. De acordo com Defesa Civil russa, várias partes da fuselagem do avião, um Tupolev 134, ficaram destruídas durante a aterrissagem. Após tocar o chão, a aeronave pegou fogo, que foi controlado por bombeiros.
Segundo a Itar Tass, o avião pertence à empresa aérea Rusaero. O avião, operado pela companhia aérea privada RusAir, havia decolado do aeroporto Domodedovo, em Moscou. A companhia é especializada em voos fretados e não estava imediatamente disponível para comentar o caso. O Tupolev-134 é um avião soviético e não havia informações sobre o ano em que o aparelho foi produzido. As caixas-pretas da aeronave foram recuperadasA maioria dos passageiros era russa, mas um sueco também estava a bordo da aeronave, segundo a agência de notícias Interfax.
O presidente russo, Dmitry Medvedev, que trocou o seu Tupolev por um jato executivo de fabricação francesa, criticou em abril as falhas nos aviões fabricados na Rússia e a segurança precária no país.
Em abril do ano passado, o avião oficial Tupolev 154 do então presidente polonês, Lech Kaczynski, caiu perto do aeroporto Smolensk, no oeste da Rússia, matando 96 pessoas, incluindo Kaczynski, sua mulher e um grande número de autoridades do governo da Polônia.
A queda aconteceu na véspera da feira Paris Air Show, na França, da qual o primeiro-ministro russo, Vladimir Putin, deverá participar.
O acidente aconteceu a cerca de 15 km do aeroporto da cidade, segundo a agência russa Itar Tass. De acordo com Defesa Civil russa, várias partes da fuselagem do avião, um Tupolev 134, ficaram destruídas durante a aterrissagem. Após tocar o chão, a aeronave pegou fogo, que foi controlado por bombeiros.
Segundo a Itar Tass, o avião pertence à empresa aérea Rusaero. O avião, operado pela companhia aérea privada RusAir, havia decolado do aeroporto Domodedovo, em Moscou. A companhia é especializada em voos fretados e não estava imediatamente disponível para comentar o caso. O Tupolev-134 é um avião soviético e não havia informações sobre o ano em que o aparelho foi produzido. As caixas-pretas da aeronave foram recuperadasA maioria dos passageiros era russa, mas um sueco também estava a bordo da aeronave, segundo a agência de notícias Interfax.
O presidente russo, Dmitry Medvedev, que trocou o seu Tupolev por um jato executivo de fabricação francesa, criticou em abril as falhas nos aviões fabricados na Rússia e a segurança precária no país.
Em abril do ano passado, o avião oficial Tupolev 154 do então presidente polonês, Lech Kaczynski, caiu perto do aeroporto Smolensk, no oeste da Rússia, matando 96 pessoas, incluindo Kaczynski, sua mulher e um grande número de autoridades do governo da Polônia.
A queda aconteceu na véspera da feira Paris Air Show, na França, da qual o primeiro-ministro russo, Vladimir Putin, deverá participar.
Maior avião do mundo bate durante manobra em exposição na França
Um descuido numa manobra do maior avião comercial do mundo tirou do foco as novidades do Salão de Aviação de Le Bourget, na França. Durante a apresentação de uma das grandes estrelas do evento, o Super Jumbo da Airbus, ocorreu um acidente que danificou o avião.
O A380 se preparava para fazer o voo de exibição, mas o piloto bateu a asa direita da gigantesca aeronave numa estrutura de metal.
A apresentação ocorreu, mas a Airbus teve que pegar emprestado um A380 de uma companhia aérea da Coreia do Sul.
O A380 se preparava para fazer o voo de exibição, mas o piloto bateu a asa direita da gigantesca aeronave numa estrutura de metal.
A apresentação ocorreu, mas a Airbus teve que pegar emprestado um A380 de uma companhia aérea da Coreia do Sul.
Fonte: Aqui
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